Lianas / Cipós

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Lianas, Cipós e Trepadeiras do Morro - Corda de viola

Corda-de-viola

Ipomoea purpurea

 

Corda de viola (Ipomoea ramosissima)

Pertence a família Convolvulaceae.

Nativa, não endêmica do Brasil.

Outros nomes: Glória-da-manhã, Bom-dia, Bons-dias, Campainha, Corda-de-viola, Corriola, Jetirana.

A glória-da-manhã é uma trepadeira volúvel e anual, de rápido crescimento, excelente para cobrir rapidamente pequenas estruturas. Seu caule é herbáceo e delicado, recoberto por finos pêlos amarronzados. Ele escala rapidamente o apoio oferecido, se enrolando em torno dele e alcançando de 2 a 3 metros de altura ou comprimento. Sua folhas são cordiformes ou trilobadas, verdes e muito vistosas. As flores surgem na primavera e verão, abrindo-se pela manhã e fechando-se ao entardecer. Elas são grandes, em forma de trompete e podem se apresentar nas cores branca, rosa, roxa ou azul, em tonalidades diversas e muitas vezes multicolores. O fruto é uma cápsula trivalva com sementes grandes e triangulares, que germinam com facilidade.

cuidado Alerta:

Suas sementes contêm substâncias psicoativas, sendo tóxicas caso ingeridas.

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Foto Galería

  • Corda de viola (Ipomoea ramosissima)
  • Corda de viola 1 (Ipomoea ramosissima)
  • Corda de viola 3 (Ipomoea ramosissima)

Lianas, Cipós e Trepadeiras do Morro - Brinco-de-princesa

brinco-de-princesa - Cpia 2

Brinco-de-princesa

Fuchsia regia(Vell.) Munz

 

ramoeflor-brinco de princesa 

 

Endêmica do Brasil o Brinco-de-princesa é muito utilizada na jardinagem e pasagismo.

Encontrada principalmente no Cerrado e Mata Atlântica, na Floresta Ombrófila Densa e Floresta Ombrófila Mista.

Nos estados: Bahia, Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

Caracterizam-se por serem arbustos de folhas ovais ou lanceoladas (forma de lança), algo denteada (de bordos com entalhes perpendiculares a linha do comprimento), opostas, caules flexíveis, que lignificam ao passar do tempo. As flores são axilares isoladas, mas abundantes: cálice tubular dividido em quatro sépalas e corola com quatro pétalas de cores vermelho-arroxeadas, envolvendo a corola roxo-violeta.
São cultivadas a pleno sol ou à meia-sombra, geralmente como plantas isolada, apoiado em grades, colunas e postes ou em vasos e jardineiras, como plantas pendentes. Destacam-se por se adaptar a climas frios e a tolerar geadas. As flores são muito visitadas por beija-flores.

Entre as espécies naturais do Brasil, além de Fuchsia regia, figuram: F. petiolaris, F. glazioviana, F. mollis, F. pubescens, e a trepadeira F. integrifolia, que chega atingir 10 metros de altura.
De todas as espécies citadas, a mais surpreendente provavelmente seja a Fuchsia exorticata, da Nova Zelândia, que chega alcançar 15 metros de altura.

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